Showing posts with label Acessório. Show all posts
Showing posts with label Acessório. Show all posts
Saturday, March 12, 2011
Quando a realidade ultrapassa a ficção
Interrogado sobre a manifestação da «geração à rasca» (uma designação pérfida), o primeiro-ministro respondeu que compreendia bem os «problemas dos jovens» (o que é já todo um programa) e que, por isso, tinha aprovado leis como a da paridade, a do divórcio litigioso, a do casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a da interrupção voluntária da gravidez. «É assim que se constrói uma política de modernidade e uma política para o futuro», concluiu.
Tuesday, March 01, 2011
Wednesday, October 06, 2010
5 de Outubro- Dia Mundial do Professor
Apesar da comunicação oficial do regime só falar no centenário da implementação da República, também se comemora neste dia, o Dia Mundial do Professor e o aniversário do tratado de Zamora ( 1143 ). O tema da República é muito empolado pela comunicação social e efectivamente é uma questão menor e de pormenor ( temos países republicanos com bom nível de vida como a Suiça e a Alemanha e temos monarquias constitucionais e parlamentares de países do Norte da Europa igualmente com bom nível de vida , como também temos Repúblicas com atraso e também algumas Monarquias com atraso). O problema não está aqui, mas no resto, na melhor qualidade de políticos e mais responsáveis , com sentido de Estado , melhor organização,melhor gestão, menos corrupção e menos chico- espertismo.
Thursday, September 02, 2010
Prioridades do Governo

O desemprego pode rondar os 11%, a economia pode continuar a vegetar, a despesa pública pode estar descontrolada, que, para o Governo, o que está a dar é o simplex transexual. Estamos entregues à bicharada...
Wednesday, August 25, 2010
Noticias das centrais de comunicação para desviar atenções

Vamos procurar aqui:
Uma viúva rica
5 milhões de euros em trânsito
Uma morte sangrenta
A "massa" que todos querem
Um Governo socialista desacreditado, podre...
Um primeiro ministro sem qualquer credibilidade
O escândalo da investigação do freeport a ocupar todas as notícias
Eleições presidênciais
Um político português do PSD ... fiel a Cavaco Silva.
Há mais de quinze dias (logo depois do escândalo que foi o relatório sobre o freeport) que a máquina socialista desvia o olhar do povo da economia, da educação, da justiça e do Pinto de Sousa com a história da velhota rica que mataram no Brasil.
Ver noticia do Correio da Manhã
Wednesday, June 02, 2010
Miguel Vale de Almeida expõe prioridades: agora é autodeterminação sexual, a " parentalidade gay" e uns tais de "transgéneros"

Para quem tivesse dúvidas, Miguel Vale de Almeida, o deputado que Pinto de Sousa escolheu para roubar os votos gay ao Bloco, enuncia com clareza as próximas intenções do lobby, que sabe ser quem representa. E a palavra é clara: apresentar, ou antes ou depois do Verão, iniciativas legislativas conducentes à "Identidade de Género". Confesso que tive de ir ao google para me esclarecer. Suspeitava que se tratasse da famosa autodeterminação sexual, e, no fundo, é isso mesmo. A prioridade do deputado Miguel Vale de Almeida, agora que poderá estar de casamento marcado, não é a crise ou o PEC, ou sequer a educação, a saúde ou a justiça. Miguel Vale De Almeida tem como prioridade a Lei da Identidade de Género, que permitirá a mudança do nome e sexo legais sem recorrer a um processo judicial. Porquê? Porque , diz o amigalhaço que almoçou com Pinto de Sousa , que o objectivo é incluír os "vários aspectos da parentalidade" (sic!).
Eu não sei se estaria na altura de alguém esplicar ao Sr. Deputado a história das abelhas e das flores. Da razão de ser da anatomia feminina diferir da masculina. Talvez aí ele pudesse percebe porque é que alguns cidadãos não sabem que não há "vários aspectos" na parentalidade gay, porque pura e simplesmente não há parentalidade gay. Tudo o resto é fantasia. Parentalidade resulta de uma concepção biológica que deveria ser o consumar de uma amor supremo, fiel, e consagrado diante do altar. Mas em qualquer caso, não dispensa essa, imagino que triste dicotomia para o MVA, entre homem e mulher. Sem as células reprodutores de ambos não há parentalidade. E por isso, por muito que o lobby gay insista, dois homens nunca gerarão um filho, nem duas mulheres. É a ordem natural da vida humana.
Claro que nos artificialismos legais da desordem emocional que caracteriza os sentimentos pelo mesmo sexo (curiosamente, há quem defina identida de género como "um transtorno de ordem psicológica e médica"), isso é irrelevante. Se dois gays vivem com uma criança um deles, pode mudar juridicamente de sexo, e na mentalidade jacobina do antropólogo MVA, a criança terá passado de facto a ter um pai e uma mãe. Que, imagino, porque a loucura é infinita, se poderão casar como homem e mulher no sentido genuíno. E assim torneiam o problema da adopção. Simples, não? Espero que o Professor Aníbal se venha a lembrar disto.
Monday, May 17, 2010
Presidente da República peocupado com questões menores
1. O país a afundar-se - porque a Europa do Tratado de Lisboa se afunda lentamente - e Cavaco vem-nos falar... do casamento gay. Valha-me Deus.O P. R. só está preocupado com questões menores, lei do divórcio, lei do aborto, lei dos casamentos gays, lei do testamento vital. Quando esta lei foi aprovada, foi para nos desviar das questões essenciais. Ele devia- se impor face aos medíocres do governo, em questões económicas, em que é muito superior ao sr. Sousa .
2. O ministro Amado - um homem amável mas politicamente nulo - veio sugerir uma "grande coligação" e constitucionalização dos limites ao défice público. O dr. Amado já não consegue esconder que passámos a súbditos de Berlim e que qualquer "grande coligação" nacional de bonzos não evita o desastre. Apenas porque os bonzos dessa "grande coligação" seriam precisamente os rostos do desastre.
2. O ministro Amado - um homem amável mas politicamente nulo - veio sugerir uma "grande coligação" e constitucionalização dos limites ao défice público. O dr. Amado já não consegue esconder que passámos a súbditos de Berlim e que qualquer "grande coligação" nacional de bonzos não evita o desastre. Apenas porque os bonzos dessa "grande coligação" seriam precisamente os rostos do desastre.
Tuesday, October 27, 2009
Os Símbolos do Partido Socialista
Professores e casamentos gay são dois 'dossiers' que servirão de símbolo para a forma como o PS pretende gerir o facto de ter perdido a maioria absoluta: negociando à direita (os professores) e à esquerda (os gays)
Não me parece que seja boa ideia do novo Governo juntar os professores aos gays. Dispensava-se como exemplo para os jovens.O casamento gay não é propriamente um "dossier". Trata-se mais de um lobby. De uma mini-cruzada contra o casamento. De assunto para quem não tem que fazer e se entretém a discutir as origens do ovo e da galinha.
Não me parece que seja boa ideia do novo Governo juntar os professores aos gays. Dispensava-se como exemplo para os jovens.O casamento gay não é propriamente um "dossier". Trata-se mais de um lobby. De uma mini-cruzada contra o casamento. De assunto para quem não tem que fazer e se entretém a discutir as origens do ovo e da galinha.
Saturday, October 24, 2009
O PS não é o País ou a campanha eleitoral já começou
Depois de duas semanas de péssimas notícias para a economia nacional - défice do Estado descontrolado, endividamento externo a estender-se para além da calamidade (apesar da recessão), desemprego sem tecto à vista - este Governo, que todos os "analistas" (com muitas, muitas aspas) apontaram como "forte" na Economia, já escolheu as suas prioridades: o casamento gay
Estranho? Nada disso. Este Governo vai estar em capanha eleitoral todos os dias da sua vida. Para começar, trata-se de reconquistar o terreno perdido para o Bloco. O casamento "gay" é uma medida "sem custos" que dá um cheiro de "modernidade" ao governo e exibe "valores de esquerda". Tudo o que o PS precisa. Mas ao contrário do que alguns pensam o PS não é o País.
Estranho? Nada disso. Este Governo vai estar em capanha eleitoral todos os dias da sua vida. Para começar, trata-se de reconquistar o terreno perdido para o Bloco. O casamento "gay" é uma medida "sem custos" que dá um cheiro de "modernidade" ao governo e exibe "valores de esquerda". Tudo o que o PS precisa. Mas ao contrário do que alguns pensam o PS não é o País.
Friday, September 11, 2009
Novamente as pseudo sondagens
PS com 37 por cento dos votos e PSD com 35 por cento. A duas semanas das eleições legislativas, uma sondagem da Universidade Católica para o “Diário de Notícias”, “Jornal de Notícias” e RTP indica que apenas dois pontos separam os dois maiores partidos candidatos às eleições do próximo dia 27.O resultado, que para além de uma curta margem entre os partidos, evidencia o empate técnico entre eles, lança a incerteza sobre qual o partido que formará Governo. E torna irreal o cenário pedido por Sócrates de maioria absoluta, conseguida pelo PS nas legislativas de 2005 com 45,3 por cento.Nos debates e intervenções de campanha nenhum dos dois maiores partidos se mostrou claramente a favor de uma coligação. Mas as percentagens de intenção de voto dos restantes partidos poderiam ser uma saída para formar Governo de forma mais confortável. O Bloco de Esquerda assume-se como a terceira força política e evidencia uma subida, com 11 por cento comparados com os 6,5 que obteve em 2005. Mas José Sócrates nunca se mostrou interessado numa coligação com este partido de esquerda, quando confrontado com essa hipótese.Já o CDS-PP de Paulo Portas mantém os 6 por cento de 2005, atrás da CDU que regista oito por cento das intenções de voto.A sondagem da responsabilidade do Centro de Sondagens e Estudos de Opinião da Universidade Católica entre 4 e 8 de Setembro e foi feita a 1281 indivíduos maiores de 18 anos recenseados em 19 freguesias do país com mais de 3200 eleitores. A margem de erro é de 2,7 por cento.
Comentário
Ver hiperligação sobre uma sondagem para as eleições europeias que previa 39 % para o PS e veio a ter 26%. Estas pseudo sondagens são encomendadas e estão fora da realidade.
Comentário
Ver hiperligação sobre uma sondagem para as eleições europeias que previa 39 % para o PS e veio a ter 26%. Estas pseudo sondagens são encomendadas e estão fora da realidade.
Friday, August 07, 2009
Educação sexual passa a ser obrigatória nas Escolas
A Educação Sexual passa a ser obrigatória nas escolas a partir do próximo ano lectivo, depois da publicação, ontem, em Diário da República, da Lei nº 60/2009. Mas falta o Governo definir que matéria será ensinada e quais os professores que a vão leccionar. O executivo tem 60 dias para regulamentar a lei e promete dar formação aos docentes, mas os sindicatos acham que é tarde. 'A nossa grande preocupação é que terão de ser pessoas altamente especializadas a leccionar esta matéria tão delicada e há muito poucos professores especializados', disse ao CM Lucinda Manuel, da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), lamentando que 'ainda não se saiba qual o grupo de professores que vai receber formação'. A lei impõe uma carga horária lectiva não inferior a 6 horas nos 1º e 2º CEB e a 12 horas no 3º CEB e secundário. Cada turma terá um projecto de educação sexual.
Comentário:
Este governo irresponsável está a tirar a autonomia às familias; o Estado deve dar a formação, as questões de educação e moral dizem respeito à sociedade e à familia. Temos um estado de direito que pretender controlar tudo em questões acessórias e não se preocupa com o essencial da qualidade de vida dos cidadãos.
Com este projecto , sobra mais trabalho burocrático para os directores de turma
Obrigatório dar educação sexual no correio da manhã
Para saber mais
Regime de aplicação da educação sexual em meio escolar
Saturday, May 23, 2009
Educação sexual
Monty Python's sex-education
Desde há 20 anos que por cá se fazem leis e discussões sobre educação sexual nas escolas. Muda-se aqui, muda-se acolá, faz-se muito alarido, as jotas partidárias mostram existência e os partidos têm a sua oportunidade de se mostrarem modernaços. Depois, fica tudo na mesma.
Os portugueses têm uma dualidade quanto às leis. Sabem que não é por uma lei ser feita que algo muda. Aliás, têm até uma postura de as relativizar e ajustar ao seu ponto de vista. Mas depois encetam acesas discussões sobre as leis que estejam na ordem do dia como se afinal depois as fossem levar a sério.
À conta da educação sexual, durante uns dias deixamos de ouvir falar na Bela Vista e na crise económica que nos morde os pés, o que é óptimo. Entre prometer milhões para salvar bancos e empresas e pretender distribuir preservativos pelas escolas, sempre é preferível esta última. Fica mais barato e tem igual eficácia nula.
Tuesday, May 12, 2009
E porque não a pílula do dia seguinte? Ou as seringas?
Os socialistas e outras espécies de "esquerda" - sempre esses modernaços -preparam-se para nos deixar, em herança, mais uma medida educativa fracturante. E desgraçada: as escolas secundárias vão ser obrigadas a distribuir gratuitamente preservativos aos jovens. Esta boa-nova mereceu honras de primeira página no sisudo Expresso.Vejam que a medida é tão estúpida que até o Pai Albino veio dizer que oferecer preservativos nas escolas é ir longe de mais:
Já a CONFAP , que aplaude o "aprofundamento" das leis existentes nesta matéria e o carácter obrigatório da Educação Sexual, entende que os projectos em causa vão longe demais ao prever a distribuição de preservativos. "A lei não deve ter essa preocupação", defende Albino Almeida, presidente da Confap
Sinceramente, não sei se devo ficar triste ou contente pelo facto de a CONFAP e o Bino serem contra os preservativos na escola. Como não acertam uma, sentir-me-ia mais confortável se fossem a favor. Enfim.
Uma medida destas exigirá, a breve prazo, uma contra-medida: será preciso que cada jovem, ao levantar a sua dosesita semanal de preservativos na papelaria da escola, ou noutro serviço, deixe ficar a identificação e o nº de camisas que leva sob pena de as escolas estarem a fornecer a família toda ou, dada a crise, a feira da Ladra como aconteceu com os, também desgraçados, Magalhães.
Um medida desta natureza - dura e fedorenta - exige que as senhoras e os senhores deputados da nação não se esquecem de legislar sobre outras questões de relevante interesse nacional e que estão, indiscutivelmente, na esfera da escola e da actividade educativa. As escolas não devem passar ao lado das questões sociais que afectam os jovens. Por isso, às escolas deve ser exigido que disponibilizem:
1 - uma sala de chuto.
2 - uma sala de quecas com visionamento de imagens que pudessem ajudar os jovens na função.
3 - uma pequena farmácia que disponibilizasse as substâncias farmacológicas mais procuradas.
4 - uma pequena alameda com lojas de forma a que os jovens não precisassem de sair das instalações para comprar roupa. Sim, poderia ser exigida uma sala de cinema.
5 - um duche, uma sala de massagens e um jacuzzi.
6 - Acesso, via internet de alta velocidade,aos conselhos de Marta Crawford que, pelo que se lê no sisudo EXPRESSO, são muito elucidativos: até explicam a diferença entre o orgasmo clitoriano e vaginal:
Elas demoram mais a chegar a um estado de excitação, a estarem suficientemente lubrificadas e preparadas para o coito", explica a terapeuta sexual Marta Crawford. Éimportante que os homens saibam que o clítoris é a zona do corpo que dá mais prazer à mulher. "Aliás, a sua única função é dar prazer sexual. E se não for estimulado durante o sexo, provavelmente elas nunca atingirão o ponto mais alto do prazer. O orgasmo é clitoriano e não vaginal."
Já a CONFAP , que aplaude o "aprofundamento" das leis existentes nesta matéria e o carácter obrigatório da Educação Sexual, entende que os projectos em causa vão longe demais ao prever a distribuição de preservativos. "A lei não deve ter essa preocupação", defende Albino Almeida, presidente da Confap
Sinceramente, não sei se devo ficar triste ou contente pelo facto de a CONFAP e o Bino serem contra os preservativos na escola. Como não acertam uma, sentir-me-ia mais confortável se fossem a favor. Enfim.
Uma medida destas exigirá, a breve prazo, uma contra-medida: será preciso que cada jovem, ao levantar a sua dosesita semanal de preservativos na papelaria da escola, ou noutro serviço, deixe ficar a identificação e o nº de camisas que leva sob pena de as escolas estarem a fornecer a família toda ou, dada a crise, a feira da Ladra como aconteceu com os, também desgraçados, Magalhães.
Um medida desta natureza - dura e fedorenta - exige que as senhoras e os senhores deputados da nação não se esquecem de legislar sobre outras questões de relevante interesse nacional e que estão, indiscutivelmente, na esfera da escola e da actividade educativa. As escolas não devem passar ao lado das questões sociais que afectam os jovens. Por isso, às escolas deve ser exigido que disponibilizem:
1 - uma sala de chuto.
2 - uma sala de quecas com visionamento de imagens que pudessem ajudar os jovens na função.
3 - uma pequena farmácia que disponibilizasse as substâncias farmacológicas mais procuradas.
4 - uma pequena alameda com lojas de forma a que os jovens não precisassem de sair das instalações para comprar roupa. Sim, poderia ser exigida uma sala de cinema.
5 - um duche, uma sala de massagens e um jacuzzi.
6 - Acesso, via internet de alta velocidade,aos conselhos de Marta Crawford que, pelo que se lê no sisudo EXPRESSO, são muito elucidativos: até explicam a diferença entre o orgasmo clitoriano e vaginal:
Elas demoram mais a chegar a um estado de excitação, a estarem suficientemente lubrificadas e preparadas para o coito", explica a terapeuta sexual Marta Crawford. Éimportante que os homens saibam que o clítoris é a zona do corpo que dá mais prazer à mulher. "Aliás, a sua única função é dar prazer sexual. E se não for estimulado durante o sexo, provavelmente elas nunca atingirão o ponto mais alto do prazer. O orgasmo é clitoriano e não vaginal."
Monday, May 04, 2009
O desviar das atenções, manobras de alguns socialistas sobre a manifestação do 1º de Maio
O episódio da manifestação do 1º de Maio deixa-me muitas dúvidas. Penso que foi encenado e houve socialistas e bloquistas integrados no grupo que insultou Vital Moreira. O que é que o Vital e um tal Vitor Ramalho, velho soarista nada ingénuo, estavam a fazer no topo de uma manifestação da CGTP?
A quem interessa este episódio?
Por que razão, Vital comparou, de imediato, e de forma despropositada, o episódio ao caso da agressão física a Mário Soares na Marinha Grande? Alguém viu alguma agressão física a Vital? Para além de insultos e de arremesso de água para cima do candidato a eurodeputado, eu não vi mais nada. Sem querer branquear o erro cometido pelas pessoas que insultaram Vital, parece-me que o PS quis fazer deste caso um aproveitamento político para ganhar as aberturas dos noticiários durante vários dias e, dessa forma, dar visibilidade a um candidato que, além de mau, é um erro de casting.
Para saber mais
Sobre a tese da provocação, ver o texto no blogue DoPortualProfundo
Tuesday, March 03, 2009
Coisas da vida

Umas escassas horas antes de Pinto de Sousa dar início a mais uma sessão de propaganda SIMPLEX - onde ele se louva em si mesmo, naturalmente, e nos "progressos tecnológicos" alcançados pelas suas extraordinárias medidas vezes e vezes sem conta "balanceadas" e "reanunciadas" - o Centro Hospitalar de Coimbra, um dos muitos que não tem um mero plano de emergência e segurança a funcionar, ficou às escuras. O quadro eléctrico, em todas as suas componentes, ardeu e os casos clínicos mais críticos tiveram de ser retirados à pressa de madrugada. Em 2007, a inspecção geral das actividades em saúde efectuou uma auditoria a estes "planos" em noventa e tal equipamentos hospitalares e os resultados deixariam qualquer um arrepiado. Não, isto não vem no "plano tecnológico" nem nas fichas de José S. Pinto de Sousa e não é aparentemente "simplex". É só a vida.
Sunday, March 01, 2009
O quadro geral não aguentou com a propaganda e o choque tecnológico
O episódio do apagão do PS , no congresso num pavilhão em Espinho, é mais ou menos como a história do país que governa numa feliz alegoria. Cheio de novidades tecnológicas, cenários espampanantes e grandes produções. Tudo isso e para além disso. O problema é que o quadro geral não aguenta.
Wednesday, February 25, 2009
Pirotecnias
Pirotecnias
Mário Crespo
-O partido governamental realiza o Congresso num dos momentos de maior crise da democracia portuguesa. Crise imensa de valores que, entre dúvidas na lisura de quem nos governa e inseguranças quanto às instituições da República, nos roubou o sentimento de dignidade e orgulho nacional que é o que inspira os povos a ultrapassar as crises. Sem essa ferramenta, ao fim dos quatro anos de governação de José Sócrates - entre Freeport I e Freeport II - Portugal vive um quotidiano de descontentamento.
-Como conduzir os trabalhos do mais importante órgão do partido, evitando que números do desemprego diariamente desactualizados não dominem as preocupações de militantes responsáveis? Como evitar que o desencanto dos estraga-festas desfigure com a realidade relatos mediáticos mais virtuais?
-Com uma operação de choque e espanto de efeitos pirotécnicos, sob a forma de moções e diversões. O guião arranca com uma supergirândola que rebenta qual big-bang e ocupa o espaço de debate dominando o Congresso: "O Tino de Rans já não pega. Vamos convidar Mahmoud Ahmadinejad, Raúl Castro ou Hugo Chávez", propuseram os assessores de media. "Ahmadinejad não vem! Nós nem sequer somos islâmicos e os iranianos já disseram que não gostam do casamento homossexual. Os irmãos Castro sempre irritaram Mário Soares, portanto, não. Ficamos por Chávez. Ninguém o convida na Europa e ele vem de certeza. Soares acha-lhe piada e as televisões vão andar sempre atrás dele".
-"Porreiro, pá. Mete aí na agenda um jogging na Cova da Moura e manda vir da Havanesa cinco caixas de Coronas que ele também ainda fuma". Um conselheiro mais prudente dirá que com esta vinda de Hugo Chávez talvez seja melhor eliminar na tradução para espanhol da moção do secretário-geral aquela parte na página 6, onde se lê : "uma após outra, as ditaduras inspiradas pelo comunismo foram derrubadas pelos povos em busca de liberdade e democracia". 'Está claro que isto é dirigido ao PCP, mas parece mal, logo agora que o camarada Chávez se tornou presidente vitalício". "Depois, para cobrir os problemas das escolas, da saúde, da justiça e da falta de Magalhães vamos lançar então a proposta do casamento gay. Para já como um processo facultativo aberto aos cidadãos que o requeiram, mas que tendencialmente poderá ser obrigatório, a menos que se pague uma coima ao atingir-se a maioridade. Essa parte deixa-se para quando a Comissão Europeia nos impuser o procedimento relativo aos défices excessivos. Para os pensionistas deixarem de fazer contas a pacotes de subsídios e complementos que não chegam para os medicamentos diários nem para a meia de leite e o folhado de salsicha mensal, aí lança-se a discussão sobre a eutanásia. Ficam todos cheios de medo e não falam mais disso".
-E pronto. Inspirado pela presença de Chávez, o Congresso votará por unanimidade as 26 páginas da moção de José Sócrates. Mesmo aqueles pontos da página 4, onde se descreve que no passado houve uma fase de "falta de sentido de Estado e da dignidade das instituições tão intolerável que obrigou à demissão antecipada do Governo". Esta é a parte mais perigosa da moção de Sócrates. Claro que ele se refere ao governo PSD/CDS. Mas está a dar ideias a Cavaco, para quando o presidente tiver tempo para se concentrar no Governo, depois de resolver aquela questão que ele tem lá no Conselho de Estado.
(Jornal de Notícias)
Mário Crespo
-O partido governamental realiza o Congresso num dos momentos de maior crise da democracia portuguesa. Crise imensa de valores que, entre dúvidas na lisura de quem nos governa e inseguranças quanto às instituições da República, nos roubou o sentimento de dignidade e orgulho nacional que é o que inspira os povos a ultrapassar as crises. Sem essa ferramenta, ao fim dos quatro anos de governação de José Sócrates - entre Freeport I e Freeport II - Portugal vive um quotidiano de descontentamento.
-Como conduzir os trabalhos do mais importante órgão do partido, evitando que números do desemprego diariamente desactualizados não dominem as preocupações de militantes responsáveis? Como evitar que o desencanto dos estraga-festas desfigure com a realidade relatos mediáticos mais virtuais?
-Com uma operação de choque e espanto de efeitos pirotécnicos, sob a forma de moções e diversões. O guião arranca com uma supergirândola que rebenta qual big-bang e ocupa o espaço de debate dominando o Congresso: "O Tino de Rans já não pega. Vamos convidar Mahmoud Ahmadinejad, Raúl Castro ou Hugo Chávez", propuseram os assessores de media. "Ahmadinejad não vem! Nós nem sequer somos islâmicos e os iranianos já disseram que não gostam do casamento homossexual. Os irmãos Castro sempre irritaram Mário Soares, portanto, não. Ficamos por Chávez. Ninguém o convida na Europa e ele vem de certeza. Soares acha-lhe piada e as televisões vão andar sempre atrás dele".
-"Porreiro, pá. Mete aí na agenda um jogging na Cova da Moura e manda vir da Havanesa cinco caixas de Coronas que ele também ainda fuma". Um conselheiro mais prudente dirá que com esta vinda de Hugo Chávez talvez seja melhor eliminar na tradução para espanhol da moção do secretário-geral aquela parte na página 6, onde se lê : "uma após outra, as ditaduras inspiradas pelo comunismo foram derrubadas pelos povos em busca de liberdade e democracia". 'Está claro que isto é dirigido ao PCP, mas parece mal, logo agora que o camarada Chávez se tornou presidente vitalício". "Depois, para cobrir os problemas das escolas, da saúde, da justiça e da falta de Magalhães vamos lançar então a proposta do casamento gay. Para já como um processo facultativo aberto aos cidadãos que o requeiram, mas que tendencialmente poderá ser obrigatório, a menos que se pague uma coima ao atingir-se a maioridade. Essa parte deixa-se para quando a Comissão Europeia nos impuser o procedimento relativo aos défices excessivos. Para os pensionistas deixarem de fazer contas a pacotes de subsídios e complementos que não chegam para os medicamentos diários nem para a meia de leite e o folhado de salsicha mensal, aí lança-se a discussão sobre a eutanásia. Ficam todos cheios de medo e não falam mais disso".
-E pronto. Inspirado pela presença de Chávez, o Congresso votará por unanimidade as 26 páginas da moção de José Sócrates. Mesmo aqueles pontos da página 4, onde se descreve que no passado houve uma fase de "falta de sentido de Estado e da dignidade das instituições tão intolerável que obrigou à demissão antecipada do Governo". Esta é a parte mais perigosa da moção de Sócrates. Claro que ele se refere ao governo PSD/CDS. Mas está a dar ideias a Cavaco, para quando o presidente tiver tempo para se concentrar no Governo, depois de resolver aquela questão que ele tem lá no Conselho de Estado.
(Jornal de Notícias)
Monday, February 23, 2009
O País e as trivialidades populistas
Francisco Saarsfield Cabral escreve no Público:
«O primeiro-ministro prefere a propaganda. Quase todos os dias aparece na televisão a anunciar uma iniciativa, uma medida, uma obra (às vezes em cerimónias mediáticas pagas pelas empresas construtoras). E não distingue coisas realmente úteis que o Governo tem feito de trivialidades populistas. É significativo que, no congresso da Associação Portuguesa de Empresas Familiares, um empresário da estatura e do perfil ético de Alexandre Soares dos Santos (Jerónimo Martins) tenha dito que a crise é agravada pela "demagogia intolerável do primeiro-ministro". Se somarmos o cansaço da repetição dos argumentos ("nós actuamos, os investimentos públicos são a resposta à crise", etc.) à perda de credibilidade decorrente do anterior excesso de optimismo, é duvidoso que a campanha propagandística do Governo seja eficaz. Julgo, até, que ela começa a tornar-se contraproducente.»
No país - uma coisa totalmente diversa da propaganda das tendas e das "trivialidades populistas" para consumo dos fanáticos dependentes e dos embrutecidos por um ano eleitoral em perspectiva - o desemprego cresceu em Janeiro cerca de 45% em relação a Dezembro último e cerca de 23% face a Janeiro de 2008, num total de mais de setenta mil desempregados inscritos nos organismos adequados só no primeiro mês do ano. É este país que vai ficar fora da "nave" de Espinho onde decorrerá o congresso do partido de P( into ) de S(ousa ). Mas é dentro da "nave" que estarão os extra-terrestres babosos e o seu incontestado "timoneiro".
«O primeiro-ministro prefere a propaganda. Quase todos os dias aparece na televisão a anunciar uma iniciativa, uma medida, uma obra (às vezes em cerimónias mediáticas pagas pelas empresas construtoras). E não distingue coisas realmente úteis que o Governo tem feito de trivialidades populistas. É significativo que, no congresso da Associação Portuguesa de Empresas Familiares, um empresário da estatura e do perfil ético de Alexandre Soares dos Santos (Jerónimo Martins) tenha dito que a crise é agravada pela "demagogia intolerável do primeiro-ministro". Se somarmos o cansaço da repetição dos argumentos ("nós actuamos, os investimentos públicos são a resposta à crise", etc.) à perda de credibilidade decorrente do anterior excesso de optimismo, é duvidoso que a campanha propagandística do Governo seja eficaz. Julgo, até, que ela começa a tornar-se contraproducente.»
No país - uma coisa totalmente diversa da propaganda das tendas e das "trivialidades populistas" para consumo dos fanáticos dependentes e dos embrutecidos por um ano eleitoral em perspectiva - o desemprego cresceu em Janeiro cerca de 45% em relação a Dezembro último e cerca de 23% face a Janeiro de 2008, num total de mais de setenta mil desempregados inscritos nos organismos adequados só no primeiro mês do ano. É este país que vai ficar fora da "nave" de Espinho onde decorrerá o congresso do partido de P( into ) de S(ousa ). Mas é dentro da "nave" que estarão os extra-terrestres babosos e o seu incontestado "timoneiro".
Tuesday, February 17, 2009
O horror do vazio
"Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José de Sousa , secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada pelo sr. Sousa , por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado.Sousa e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência. Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José de Sousa sonham onde não se nasce e se legisla para morrer. Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie. Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade.São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime. O regime que José Sousa e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos".
Mário Crespo, JN
Mário Crespo, JN
Friday, January 16, 2009
Plano Tecnológico versus Plano Meteorológico
Os portões da Secundária de Albergaria-a-Velha foram esta quinta-feira de manhã fechados a cadeado pelos alunos daquela escola em protesto contra as más condições das salas de aula, nomeadamente contra o frio.
A acção de algumas centenas de alunos incluiu ainda um protesto contra o o novo regime de faltas instaurado pelo Ministério da Educação nas escolas.
A escola esteve fechada desde cerca das oito horas até depois das nove horas, tendo havido necessidade de pedir auxilio aos Bombeiros de Albergaria-a-Velha para cortarem os cadeados.
"O bom sucesso dos alunos também passa pelo bem estar", lia-se num dos grandes panos negros colocados no gradeamento fronteiro da escola.
Fonte: JN Online de 14/1/09
Comentário
O Plano Tecnológico da Educação é desmentido, diariamente, pelas centenas de escolas sem equipamentos e condições materiais adequadas ao estudo. É o frio que gela os corpos de alunos e professores nas escolas do Centro e do Norte do país. É a falta de dinheiro para as fotocópias. Os computadores e as impressoras que não funcionam. As impressoras paradas com falta de tinteiros. As fotocopiadoras com falta de papel. É a realidade diária dos professores a pagarem os materiais escolares do seu bolso porque se não pagassem as escolas paravam. Este des (governo) só pensa no acessório não resolvendo os problemas essenciais das Escolas.
A acção de algumas centenas de alunos incluiu ainda um protesto contra o o novo regime de faltas instaurado pelo Ministério da Educação nas escolas.
A escola esteve fechada desde cerca das oito horas até depois das nove horas, tendo havido necessidade de pedir auxilio aos Bombeiros de Albergaria-a-Velha para cortarem os cadeados.
"O bom sucesso dos alunos também passa pelo bem estar", lia-se num dos grandes panos negros colocados no gradeamento fronteiro da escola.
Fonte: JN Online de 14/1/09
Comentário
O Plano Tecnológico da Educação é desmentido, diariamente, pelas centenas de escolas sem equipamentos e condições materiais adequadas ao estudo. É o frio que gela os corpos de alunos e professores nas escolas do Centro e do Norte do país. É a falta de dinheiro para as fotocópias. Os computadores e as impressoras que não funcionam. As impressoras paradas com falta de tinteiros. As fotocopiadoras com falta de papel. É a realidade diária dos professores a pagarem os materiais escolares do seu bolso porque se não pagassem as escolas paravam. Este des (governo) só pensa no acessório não resolvendo os problemas essenciais das Escolas.
Subscribe to:
Posts (Atom)
