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Friday, June 17, 2011

Guia de Facebok para alunos,pais e professores




O website Seguranet preparou e divulgou um folheto com conselhos sobre uma utilização segura do Facebook por alunos, pais e professores. O folheto contém informação útil e dicas para a utilização do Facebook como rede social informativa e colaborativa.
O folheto pode ser descarregado na página web do Seguranet. As escolas interessadas em obter versões imprensas do Guia do Facebook pode enviar os pedidos para o endereço eletrónico da Seguranet com a indicação do número de exemplares pretendido.

O download do folheto pode ser feito aqui.

Thursday, November 06, 2008

Pais encerram escola Básica em Lisboa

Lisboa: Pais de alunos da Escola Básica 118 encerraram escola contra falta de segurança
Lisboa, 06 Nov (Lusa) -
Pais dos alunos da Escola Básica 118 do Alto da Ajuda, em Lisboa, encerraram hoje a cadeado o estabelecimento para protestar contra a falta de segurança das crianças e alegadas agressões violentas por parte de estudantes mais velhos.Junto aos portões da escola - entretanto reaberta pelos bombeiros - cerca de duas dezenas de pais de alunos protestavam contra a situação que se vive no estabelecimento de ensino, reivindicando mais segurança, nomeadamente policiamento, iluminação pública e auxiliares educativos.Elementos da PSP também marcavam presença frente à escola sem que tivesse havido necessidade de intervirem, embora alguns pais se mostrassem exaltados.Apesar de a escola ter sido reaberta nem todos os pais deixaram as crianças ir às aulas, alegando que não vão deixar os filhos regressar à escola enquanto a situação não for resolvida.Esta não é a primeira vez que os encarregados de educação dos alunos daquela escola a encerram devido aos mesmos problemas mas, segundo testemunhos de pais, os problemas mantêm-se e agravam-se de dia para dia.[...]A Lusa tentou contactar o director do Agrupamento de escolas Belém-Ajuda, que se recusou a prestar declarações, remetendo explicações para os pais dos alunos e para o Ministério da Educação, referindo apenas que as queixas estavam relacionadas com falta de segurança na escola.Em declarações à agência Lusa, Ana Paixão, mãe de duas crianças que frequentam o estabelecimento de ensino, disse que há agressões físicas dentro da escola, por vezes violentas, além de pais, professores e auxiliares que também já foram agredidos fisicamente.[...]"Pode haver falta de auxiliares de educação, que é motivo de queixas em quase todas as escolas. Não conheço nenhuma escola a que tenha ido e que não se refira a falta de funcionários", disse, sustentando que "a educação muitas vezes também tem de vir de casa".
Toda a notícia em RTP.
O nosso Des ( Governo) está mais preocupado com os " Magalhães " e os " quadros interactivos" esquecendo a falta de funcionários na Escola.

Sunday, September 28, 2008

Por que se matam os polícias?


Em poucos dias - não é "notícia" porque estraga o falso "glamour" em que o regime vive - suicidou-se uma meia dúzia de agentes policiais, ora da GNR, ora da PSP. Desde quase adolescentes (vinte e pouco anos) até homens mais maduros, esta gente que supostamente vela pela nossa existência, decidiu colocar um termo à deles porquê? A presença constante de uma arma é tentadora? A vida "privada" e a de agente da autoridade cruzaram-se em algum nó górdio irreversível? Sem provavelmente terem lido muita filosofia, estes homens, no acto limite do suicídio, descobriram aquele que alguns consideram o único "tema" verdadeiramente filosófico. E levaram, para a eternidade, esse segredo. Falo disto porque eram pessoas com uma função especial que, diz-se, o regime tem o dever de acarinhar para que eles cumpram o dever de nos proteger. Afinal, nem eles conseguiram proteger-se de si próprios. Dá para pensar.

Thursday, August 28, 2008

Pobre Povo nação doente

( artigo de Batista Bastos no JN )

Está uma batalha lá fora e os políticos não encontram melhor forma de reconhecimento do que se passa senão com dizer coisas sem sentido. A violência está a mudar (mudou) a nossa sociedade e põe em causa não apenas a face social do País como favorece a emergência de ataques à liberdade, em nome da segurança. As primeiras páginas dos jornais, os "alinhamentos" dos noticiários televisivos não se baseiam em princípios abstractos: a gestão do medo traduz a realidade do medo, e uma falta de confiança na avaliação dos políticos.Impressionamo-nos com a crueza das imagens de brutalidade mas, a seguir, admitimo-las porque nos resignámos. Criou-se a mentalidade difusa, volatilizada, de que esta realidade é a concepção subjacente da "modernidade".
Oculta-se a verdadeira razão: o capitalismo contemporâneo criou um indivíduo que recusa e resiste a qualquer forma de compromisso. Os laços sociais foram destruídos e o homem "moderno" encerra-se em si próprio, indiferente não só ao "outro" como relapso aos assuntos públicos.As esferas estão demarcadas. Se, num lado, os guetos não ocultam a injustiça e são alfobres de ressentimento, resultantes das deformações sociais, no outro lado estão os condomínios fechados, que multiplicam as fronteiras entre dois mundos distintos. O que se entrevê como protecção transforma-se em couraça.As classes dirigentes alteraram, dramaticamente, os espaços de aproximação afectiva. Vivemos num país, numa sociedade, que ignora o conceito de comunidade e de partilha para se converter numa massa esvaziada de substância.A "prevenção" do crime está certa. Mas as declarações nesse sentido, proferidas por responsáveis da "segurança", desembaraçam-se de qualquer desejo de análise e de racionalidade. "Mais polícia" é paliativo; não é solução. A desumanização social, a deformidade e a abjecção que se encontram na natureza do sistema ganharam raízes na cultura dominante. A desigualdade na distribuição da riqueza é afrontosa. Os jornais informam que aquele multimilionário superou, em fortuna acumulada, aqueloutro; que "gestores" auferem reformas sumptuárias após meia dúzia de meses de exercício de funções; que a fuga aos impostos é uma prática só possível, e permitida, aos ricos - como se o valor de uma pessoa fosse, claramente, inferior ao de outra.
Dostoievski ensinou que o crime compensa. Raskolnikov é, unicamente, castigado pelo remorso. Sentimento que me não parece muito comum entre aqueles indicados. Henri Michaux, poeta de que gosto muito, autor, aliás, de um pequeno livro, Equador, este, sim, maior, escreveu: "Só lutamos bem por causas que nós próprios modelamos e com as quais nos queimamos ao identificarmo-nos com elas."
O português não é mobilizado porque é constantemente desprezado.

Tuesday, March 25, 2008

Pinto Monteiro pede mais autoridade para os professores

O Procurador-Geral da República está contra a violência e o “sentimento de impunidade” nas escolas.O mais recente caso de violência escolar, em que uma aluna da escola Carolina Michaelis no Porto agrediu uma professora por causa de um telemóvel, leva o Procurador-Geral da República (PGR) a retirar uma conclusão: “Impõe-se que seja reforçada a autoridade dos professores e que os órgãos directivos das escolas sejam obrigados a participar os ilícitos ocorridos no interior das mesmas”. O que, “até agora, raras vezes, tem acontecido”, diz Fernando Pinto Monteiro.
O responsável máximo pela investigação criminal em Portugal, em declarações ao Diário Económico, garante que “nalgumas escolas formam-se pequenos ‘gangs’ que depois transitam para ‘gangs’ de bairro, armados e perigosos”. Pinto Monteiro considera que a violência escolar funciona, em alguns casos, como uma espécie de “embrião” para níveis mais graves de criminalidade. Ao contrário do Governo que insiste em desvalorizar o mediático caso da aluna do Porto filmada por colegas enquanto agredia a sua professora de francês, Pinto Monteiro considera que a violência nas escolas “existe e tem contornos preocupantes”.
Esta não é a primeira vez que o Procurador-Geral da República se pronuncia sobre a violência nas escolas. Em Novembro, em entrevista à revista “Visão”, Pinto Monteiro disse estar a par de que “até a senhora ministra da Educação” minimiza a dimensão da violência nas escolas.
Em boa verdade, bastaria que a irresponsabilidade e inimputabilidade que se observam na sociedade cá fora - com os espertos a escaparem a todo o tipo de pecados e pecadilhos com recurso a habilidades - não fossem transpostas para o universo escolar.
E já agora que a equipa ministerial não tivesse o discurso que tem há três anos de permanente confronto com os professores.
Porque, vamos ser honestos, não fomos nós que começámos a atear a lareira que já estava acesa…

Saturday, December 15, 2007

Blog sobre segurança

Blog sobre segurança, integrado no projecto “Educação para a Saúde”, da Escola S/3 Latino Coelho de Lamego, criado com o objectivo de preparar cidadãos responsáveis e conscientes para a vida activa, com formação adequada a nível de conhecimentos e de regras de segurança.
Vida Segura