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Monday, September 03, 2012

Com esta senhora no PGR os políticos vão continuar impunes



Fiquei "deliciado" ao ouvir o que disse na Universidade de Verão do PSD a Senhora PGA Drª Cândida Almeida, do DCIAP, provavelmente o menos conseguido, eficiente  e menos respeitado departamento do Ministério Público.
As "doces" palavras da senhora PGA  apontavam no sentido de ser "elemento confiável" se for Procurador-Geral da República.
Palavras "doces" com uma mensagem bem clara: Os políticos portugueses podem estar descansados comigo.
Descansados porque Pinto de Sousa não pode ser investigado - depois de uma pergunta de uma jovem da JSD - porque isso não se faz no Mundo!
Até porque seria um precendente perigoso! Descansando dessa forma os "actuais" políticos.
Claro que a Drª PGA Cândida Almeida estava a falar do "Terceiro Mundo " , já que na Alemanha, no Reino Unido, em Espanha, em Itália, em Israel, na Ucrânia, em França, nos EUA, na Roménia, no Paquistão os políticos são investigados.
Muita gente ficou a pensar que a presença de Cândida Almeida - amiga de vários dirigentes do PS, como amigo era o seu falecido marido - terá ficado a dever-se a influências da Maçonaria Feminina e ao processo dos submarinos.

Friday, June 22, 2012

Promiscuidade política-bancária-construtora

Notícia do Público (Lusa) de 20-6-2012 : «Críticas à passagem do risco nas PPP para o Estado Especialista ouvido no Parlamento diz que PPP "foram transformadas em transferência de dinheiro para a banca" O professor do Instituto Superior Técnico Nunes da Silva afirmou ontem que a transferência do risco de tráfego das concessões rodoviárias para o parceiro público em troca da disponibilidade das infra-estruturas é uma "das maiores vigarices" que já viu. "A passagem do risco do tráfego para o ente público em troca da disponibilidade é uma das maiores vigarices que eu já vi na minha vida", afirmou o professor universitário e vereador da Câmara Municipal de Lisboa, que está a ser ouvido na comissão de inquérito às parcerias público-privadas (PPP) rodoviárias e ferroviárias. A remuneração das concessionárias em função da disponibilidade, em vez do critério baseado no tráfego, é uma transformação que foi concretizada nas renegociações das antigas SCUT (vias sem custos para o utilizador) aquando da introdução de portagens. Com esta alteração, o risco de tráfego passa para o concedente, que passa a pagar o volume de tráfego previsto no cenário base inicial - que, na maioria das vezes, é superior ao tráfego real - na forma de pagamentos por disponibilidade da infra-estrutura. Fernando Nunes da Silva disse, em resposta ao deputado do CDS-PP Hélder Amaral, que, nos últimos anos, "as PPP foram transformadas na maior transferência de dinheiro público para a banca, através de um intermediário que são as empresas de obras públicas". Fernando Nunes da Silva criticou ainda a forma como são feitos os estudos de tráfego, afirmando que são contratados "gabinetes de estudos que se sabia, à partida, que respondiam àquilo que era pedido". O professor do IST afirmou mesmo que "há estudos de tráfego que são encomendados depois de a decisão estar tomada" e condenou a definição de limites para a realização de estudos. O professor universitário rejeitou, no entanto, que as PPP tenham "em si próprias um pecado mortal, original", desde que seja cumprido um conjunto de pressupostos.» O esquema das parcerias público-privadas, que funciona com a ação concertada de políticos, construtoras e bancos e o bloqueio de tribunais, media e povo. Ação. As parcerias público-privadas não envolvem apenas a transferência de dinheiro só para a banca, mas também para a política. As construtoras contratam com o Estado, vendem (se possível) os créditos dos contratos à banca com desconto (juro e spread), limpam o dinheiro para off-shore dos acionistas de controlo e transferem a comissão acordada para contas off-shore dos decisores que lhes outorgaram o favor, sendo a comissão política ainda maior se a obra não for consensual e de utilidade marginal mínima. Os bancos privados nacionais, mediante crédito do banco público e de bancos internacionais, trocam o pagamento imediato às construtoras dos créditos futuros por um fluxo constante de dinheiro do Estado com ganho financeiro. Os políticos envolvem-se e são envolvidos através do financiamento político de bancos e construtoras, das comissões para os caciques e pela expetativa de compensação futura. Bloqueio. Os tribunais são tolhidos pela imunidade legal dos políticos, a influência sistémica dos caciques e da maçonaria, e a inação dos governantes relativamente aos contratos leoninos e procedimentos ínvios (nomeadamente, nos fantasiosos estudos de tráfego). Os media são tolhidos pelo sistema corrupto. E o povo é tolhido pela esquizofrenia do pagamento das contas e pelo assistencialismo, que lhe quebra a vontade. Mais do que o assistencialismo delirante, que prejudica a economia e a sociedade, a falência do País está a ser provocada pelos negócios ruinosos das parcerias socialisto-privadas. Infelizmente, não vejo vontade no Governo de, através de legislação especial, suspender os pagamentos das parcerias, enviando todos os contratos para apreciação do Ministério Público e determinando depois, no final do devido processo judicial, a resolução dos contratos que se provarem fraudulentos e o pagamento dos montantes que os tribunais em última instância sentenciem como lícitos e justificados

Friday, June 10, 2011

Licença sabática de Pinto de Sousa

Pinto de Sousa vai viver para Paris e estudar Filosofia
Este Senhor havia de responder em tribunal pela situação em que deixou o País , como aconteceu ao primeiro ministro da Islândia .
Apesar de ser dificil esta tarefa no nosso país , pois o PS e a Maçonaria controlam o Tribunal Constitucional, Procuradoria Geral da República e Supremo Tribunal de Justiça

Monday, June 06, 2011

Agora falta este senhor




Pode ser que finalmente se consiga dar andamento a certos processos.


O Partido Socialista ainda controla o Tribunal Constitucional, Procuradoria Geral da República, Supremo Tribunal de Justiça e os tribunais a partir da maçonaria.

Thursday, March 24, 2011

PGR , um amigo dos corruptos



A suspeita mais grave de todas não é, porém, nenhuma destas.A suspeita mais grave, que é muito difícil o procurador explicar, é a seguinte: ele sabe há muito tempo que os suspeitos foram avisados de que estavam sob escuta – e que, a partir de 24 de Junho de 2009, as conversas não merecem credibilidade.Pois bem: Pinto Monteiro, no despacho que fez sobre o caso, enfatiza especialmente uma escuta de 25 de Junho que ‘iliba’ o primeiro-ministro no caso da TVI – escuta essa em que se diz, pela boca de um boy (o impagável, embora bem pago, Rui Pedro Soares), que Pinto de Sousa não foi avisado do negócio e está contra ele.Para proteger o primeiro-ministro, o PGR valorizou, pois, uma conversa que sabe não merecer crédito (e que, com toda a probabilidade, foi forjada).É a história do gato escondido com o rabo de fora.Como irá Pinto Monteiro explicar isto – que parece constituir a prova definitiva de que agiu conscientemente para encobrir o chefe do Governo?
«...a coincidência entre a reunião na Procuradoria e a alteração do teor das conversas é inquietante. Não porque faça recair exclusivamente sobre a PGR a suspeita, mas porque quem quer que protagonizou a fuga de informação só o fez depois dessa reunião, e não sabemos por que motivos. O que significa que levar informação delicada ao procurador implica um risco que nenhum magistrado hoje consegue avaliar em toda a sua dimensão»Figura triste a de Pinto Monteiro.Entrou para a PGR com uma aura de homem sério e corajoso, sem medo de incomodar os "poderes" e muito independente. Vai sair salpicado com a lama socialista.

Friday, October 01, 2010

O ( des)Governo que temos

Um Governo que recorre a mentira e ao embuste como estratégia politica.
Pinto de Sousa diz e desmente-se logo a seguir.Os Portugueses - sobretudo a função publica sempre pronta a votar no PS para manter a "estabilidade" - são enganados pelo Governo e continuam a aceitar este estado de coisas. Até parece que os Portugueses gostam de ser enganados.Depois de 1974 o sistema politico, montando pelo PS, deixou o polvo da corrupção tomar conta do Poder e molda-lo aos seus desígnios.A imensa multidão de tachos que o PS arranja para os seus "Boys" tem levado Portugal para a mediocridade.Pinto de Sousa hoje acaba por ser um mero amanuense dos grandes poderes financeiros e dos interesses da Maçonaria Internacional.Sem crescimento económico, o que o Governo quer é grandes obras publicas, que garantem as prebendas dos comissários do Poder Instituído.
Criar empresas para exportar o Governo não faz.O que interessa são grandes obras: Auto-Estradas; Hospitais e as parcerias publico-privadas; TGV, Aeroporto.
Estas obras e que dão grandes lucros nas áreas da corrupção e do trafico de influencias e financiamento partidário.
Mas criação de FBCP - Formação Bruta de Capital Fixo - ou seja investimento produtivo, exportável, não há.Diminui pois a produção e determina o empobrecimento de Portugal.
No sector agrícola nada se produz.Parasitarismo social, sacos para encher de subsídios para não se produzir.A proposta de orçamento anunciada na quarta feira é a miséria para Portugal.O FMI virá.Portugal não descola, enredado em incompetência e medidas avulsas.
O Governo não anunciou a extinção de um único Instituto Publico, de uma única Empresa Publica, a extinção de uma única fundarão.O Governo de José Sousa não governa , faz o que os grandes poderes internacionais lhe mandam, para sobreviver, para tentar manter os tachos da rapaziada que mama na porca chamada Povo Portugueses.Uma miséria, cada vez anunciada com mais força turbulência social, revolução, miséria.

Monday, September 06, 2010

Uma Verdade Terrível


«Na Assembleia da República, o Partido Socialista modificou a legislação e fez tudo para defender os seus homens e a prova é esmagadora: penso que Paulo Pedroso devia ter ido a julgamento e mais penso que Ferro Rodrigues e Jaime Gama deviam ter exigido ser julgados porque só a prescrição dos factos que lhes foram imputados é que permitiu que não o fossem»


Uma verdade terrível que é bem o espelho do (E)estado em que nos encontrámos. E o P.S.D. e o C.D.S/P.P e o PCP e o BE nunca denunciaram a tramóia montada pelos socialistas. Alguns até lhe deram cobertura.


Nem o Presidente da República defendeu o Estado de Direito como era sua obrigação.


Vítima que condena Cruz acusou Pedroso
Se não temos políticos - nem no governo nem na oposição - que defendam o Estado de Direito, antes pelo contrário, enlameiam o Estado e o Direito, terá de ser mais uma vez o POVO e a sociedade civil a limpar a lama.

Tuesday, July 27, 2010

Processo Freeport- houve corruptores mas não houve corrompidos

Dizem os jornais que Charles Smith e Manuel Pedro vão ser julgados por corrupção e tráfico de influências. Depois de uns anos de investigação ( seis) ,o Ministério Público faz esta conclusão extraordinária: houve tráfico de influências, houve corrupção e corruptores mas não houve corrompidos. Fica a nota à atenção da Congregação para a Causa dos Santos

Thursday, May 20, 2010

A Podridão


No ano passado, a poucos meses das eleições, um grupo de poderosos e seus sequazes conspirou para calar os órgãos de comunicação social que se atreviam a ser independentes perante o poder socialista que vem dominando o País.Nessa conspiração, segundo o 'Sol' oportunamente noticiou, estaria envolvido o primeiro-ministro e pessoas do seu círculo próximo, tais como Armando Vara e Rui Pedro Soares.O Ministério Público e o Juiz da Comarca do Baixo Vouga, magistrados livres e imunes às conveniências que corrompem a capital política, consideraram que o primeiro-ministro era suspeito da prática de um crime contra o Estado de direito, consubstanciado num plano de condicionamento de órgãos de comunicação social, de que o assalto à TVI era, apenas, a face mais visível.O golpe foi entretanto consumado: a TVI foi domesticada e só não foi comprada porque, entretanto, o Presidente da República e os partidos da oposição se insurgiram contra as manobras dos boys socialistas e também de empresários e banqueiros a soldo do PS. De resto, o objectivo de calar a voz livre e incómoda de Manuela Moura Guedes tinha já sido também alcançado.Uns meses depois, o jornal ‘Sol’, num acto que deve ser considerado como verdadeiramente patriótico, divulgou a conspiração criminosa, dando a conhecer aos Portugueses um conjunto de conversas sinistras em que os boys socialistas planeavam despudoradamente a sua investida contra a TVI, não se abstendo sequer de nelas comprometer directamente o próprio primeiro-ministro como seu mandante.Foi por isso criada uma Comissão de Inquérito Parlamentar que tinha entre os seus objectivos apurar se o Governo e o próprio primeiro-ministro, tentaram ou não condicionar a liberdade de imprensa em Portugal e se este mentiu ou não ao Parlamento quando, a 24 de Junho de 2009, afirmou perante os Deputados nada saber da tentativa de compra da TVI pela PT ou por outra qualquer entidade, como foi, por exemplo, o caso do Taguspark.Hoje sabemos que Rui Pedro Soares, o amigo do sr. Sousa , esteve por detrás das tentativas do Taguspark e da PT de comprar a TVI.E também sabemos que, não obstante o referido boy ter envolvido inúmeras vezes o primeiro-ministro nesse ilegítimo plano de condicionamento da comunicação social, Pinto de Sousa não o pôs em tribunal, num claro contraste com o seu habitual comportamento de desencadear processos judiciais contra todos aqueles que, em seu entender, o insultam ou comprometem. A inactividade de José de Sousa neste caso retira responsabilidade a Rui Pedro Soares e permite mesmo concluir que este não terá sido mais do que um seu pau mandado.Acontece que, como disseram os magistrados da Comarca do Baixo Vouga, o “caso TVI” apenas pode ser compreendido se os Deputados tiverem acesso e puderem utilizar no âmbito da Comissão de Inquérito - que, recorde-se, “Goza dos poderes de investigação das autoridades judiciais” (cfr. Lei n.º 5/93, de 1 de Março, art.º 13.º, n.º 1) -, os despachos e outros documentos e informações oficiais já emitidos pelas entidades públicas e que, directa ou indirectamente, se relacionem com a operação que houve de condicionamento da comunicação social.Esta evidência é tanto maior quanto é certo que todos aqueles que têm acompanhado os trabalhos da Comissão de Inquérito já perceberam que os intervenientes na conspiração continuam a agir concertadamente, nuns casos calando-se, como sucedeu com Rui Pedro Soares (é que não deve haver nada que este possa dizer que não o comprometa...) e, nos outros, debitando uma cartilha bem ensaiada que lhes terá sido distribuída por ordem do ‘chefe máximo’…Acresce que as referidas declarações, quase pueris, jurando a inocência do primeiro-ministro, parecem ser verdadeiramente obscenas quando confrontadas com o conteúdo da documentação remetida pela Comarca do Baixo Vouga, a qual, nas palavras de Pacheco Pereira, um dos poucos Deputados que a consultou, é "pura e simplesmente avassaladora" e prova, à saciedade, que o primeiro-ministro estava envolvido no plano de condicionamento da imprensa e que mentiu aos Deputados quando lhes garantiu nada saber do assunto.Não tendo conseguido comprar os magistrados do Baixo Vouga, os conspiradores tremem como varas verdes perante a simples ideia de aqueles documentos - tão explosivos devem ser... - poderem ser utilizados, mesmo que no âmbito restrito da comissão de Inquérito, e de, desse modo, acabar por ser finalmente revelado aos Portugueses a verdadeira extensão da sua miserável maquinação.Por isso estão apostados em calar, silenciar, fechar à chave, impedir, enfim, que esses mesmos documentos possam alguma vez ser utilizados para revelar a verdadeira história do assalto socialista à TVI.Conseguirão alcançar o seu intento?É bem possível que sim.A rede de interesses, a mancha de corrupção que o actual poder socialista montou nas mais altas esferas do Estado está a dar os seus frutos, por muita santidade que os Pilatos do nosso tempo farisaicamente se esforcem por aparentar…Porque temem e lhes custa a Verdade?Porque fogem dela como o diabo da Cruz?Pela simples razão de que a Verdade não interessa. A Verdade queima. A Verdade não convive com a podridão que alastra no poder político instalado, que só quer, apenas quer proteger o homem, o mandante, o ‘chefe máximo’!

Friday, March 26, 2010

Riqueza de Pinto de Sousa

Circula por e-mail um texto intitulado «Há que investigar a riqueza de José Pinto de Sousa e investigar as lojas maçónicas do GOL» cuja origem quis confirmar e fui ter ao blog do advogado José Maria Martins , onde o encontrei publicado em 8 de Março entre outros textos com informação cuja credibilidade provém da qualidade do autor.
Este informa que a partir de 12 de Março o seu blogue passou a ter um novo link.
Transcrevo apenas o início do post que pode ser lido na íntegra visitando o blogue:
«Todos sabem que eu não morro de amores por José Sócrates. Desde logo não consigo perceber como Jósé Sócrates é tão rico, mas aufere mensalmente menos que eu já auferi.! Sócrates sempre foi uma pessoa pobre. Não passava de mero funcionário de uma Câmara Municipal.Com um vencimento baixissimo. Depois não passava de mero deputado, com um vencimento baixo e que não dá para grandes voos.» (…)

Thursday, February 25, 2010

Em vez de investigarem a mensagem, atacam os mensageiros

Terça-feira no TIC
Três jornalistas do Sol ouvidos como arguidos
-Três jornalistas do semanário "Sol" e a advogada do jornal foram constituídos arguidos e deverão ser interrogados na próxima semana no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa, no âmbito de um inquérito sobre a violação do segredo de justiça ordenado pelo próprio procurador-geral da República, Pinto Monteiro.
-Em causa está a publicação de inúmeras escutas que fazem parte do processo original do Face Oculta, do qual o subdirector do "Sol", Vítor Rainho, se constituiu assistente.

Como nada tinham a ver com a investigação que corre em Aveiro, as intercepções foram remetidas para Pinto Monteiro para este eventualmente abrir um inquérito contra o primeiro-ministro, Pinto de sousa , por suspeitas de um crime de atentado contra o Estado de direito. Mas o procurador-geral entendeu que não havia matéria criminalmente relevante.

O PÚBLICO apurou que a procuradoria notificou Vítor Rainho, as jornalistas Felícia Cabrita e Ana Paula Azevedo e a advogada Fátima Esteves para comparecerem na próxima terça-feira no TIC de Lisboa, já na qualidade de arguidos. Contactada pelo PÚBLICO, Felícia Cabrita confirmou a informação e afirma: "Não é nada que me espante. O procurador-geral da República é muito rápido para determinados processos".

Comentário: Este PGR é impagável! Por este andar, até os leitores do jornal "SOL" vão ser constituídos arguidos...

Thursday, December 31, 2009

Esclarecimentos


Depois de Noronha de Nascimento ter "enxovalhado" as suas capacidades profissionais, o juiz de instrução do processo "Face Oculta" está disponível para "esclarecer tudo" sobre as escutas a José Sócrates, relata o Sol na edição de amanhã.
Já se percebeu que os dois fazem interpretações distintas das escutas, sendo que o primeiro afirma não haver quaisquer indícios de actividade criminal por parte do Primeiro-ministro, enquanto o juiz de Aveiro, perante os mesmos dados, considerou que existem. Porque está em causa o Primeiro-ministro, personalidade que deveria estar acima de qualquer suspeita, é urgente esclarecer este assunto. Se o juiz de Aveiro agiu como relata Noronha de Nascimento, questiono-me porque ainda está em funções? Será que existe o receio de afrontar o juiz? Será que têm medo que ele esclareça mesmo tudo? Depois dos acontecimentos de hoje, alguma coisa terá de suceder. Não podemos continuar a observar esta guerra, que já deixou de ser surda, entre agentes da justiça portuguesa.

O primeiro ministro Pinto de Sousa está fortemente apoiado pela Maçonaria, só cairá quando esta o permitir.

Friday, November 13, 2009

Lojas dos trezentos ( milhões )



Em abstracto, podem sentar-se na mesma loja um juiz, um procurador, um advogado, um arguido, um professor de direito, um camarada de partido, um adversário do partido, um realizador de cinema, um pasteleiro, um empreiteiro, um zombeteiro, um politólogo e um jornalista. Em abstracto, chamam-se uns aos outros irmãos. E neste direito da família os irmãos valem mais que no ramo homónimo.