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Sunday, June 05, 2011

A questão do empate técnico



pergunta da noite:
Onde está o famoso empate técnico que as empresas de sondagens e alguns comentadores socráticos nos andaram a vender durante semanas?
O político aldrabão e incompetente José S. Pinto de Sousa deverá ser agora julgado judicialmente, perante os problemas graves que colocou ao país e a sua política de propaganda e de mentira.

Saturday, May 21, 2011

Novas Opurtunidades. Ministério Público investiga fraude

Há um ano os portefólios fraudulentos do 12.º ano vendiam-se na internet a 400 euros, agora podem ser adquiridos por 38 euros
A investigação do Ministério Público por fraude no âmbito do programa Novas Oportunidades começou há cerca de um ano e continua a decorrer, confirmou fonte oficial da Procuradoria-Geral da República (PGR): "Existe um inquérito pendente, que está em segredo de Justiça." Em causa, apurou o i, está a venda e a compra através da internet de portefólios fraudulentos que dão acesso aos diferentes graus de ensino no âmbito do programa Novas Oportunidades.
O inquérito foi aberto a partir de uma denúncia da Agência Nacional de Qualificação (ANQ), entidade criada sob a tutela do Ministério da Educação e do Ministério do Trabalho e responsável pela coordenação e gestão da rede de Centros Novas Oportunidades. Esta agência detectou durante um programa de visitas de acompanhamento a Centros Novas Oportunidades a existência de candidatos certificados com trabalhos "retirados integralmente da internet, e com base nos quais é feita a validação e a certificação de competências" - lê-se numa nota de "orientação e indicação técnica" da ANQ enviada aos cerca de 450 Centros Novas Oportunidades em 2009 e que foi noticiada pelo i. Ainda assim, à época, o presidente da Agência Nacional para a Qualificação, Luís Capucha, reiterou que não foram detectados formandos a quem tenha sido atribuída certificação com portefólios fraudulentos. A agência garantiu ainda que a venda na internet de trabalhos era pontual.
Mais de nove meses passados, ainda é possível adquirir na internet portefólios reflexivos de aprendizagem ou mais comummente conhecidos entre os alunos das Novas Oportunidades como RVCC. Os preços, porém, são outros e quem vende é mais cauteloso. Se na altura pediram ao jornalista do i 400 euros pelo conjunto de trabalhos que dá acesso ao 12.o ano, agora o preço desceu a pique e um "portefólio completíssimo de RVCC de 12.o ano, com cerca 850 págs., de excelente qualidade" pode ser adquirido por 38 euros. O anúncio, colocado numa página de classificados, aparece de imediato depois de uma pesquisa no Google. O anunciante não se responsabiliza pelo "mau uso" que possa ser dado ao trabalho e garante envio para todo o país.

Comentário: As Novas Oportunidades não são mais que uma cópia chapada da licenciatura do sr.Pinto de Sousa... Acesso de carrinho à Universidade, mas o grau de analfetismo continua... É uma vergonha!...

Wednesday, May 18, 2011

História de uma vigarice

«O processo das Scut revela que a incompetência deste Governo está muito para além da redenção. E constituirá um exercício de cidadania ficarmos atentos, nos próximos anos, aos destinos profissionais daqueles governantes, pretensos defensores do interesse comum, que participaram nesta marosca deplorável.»
* Jornal de Notícias, 16.V.2011

Tuesday, March 29, 2011

Quer este indivíduo mais 4 anos a aldrabar o País?

A realidade:
Boletim Económico Primavera 2011, do Banco de Portugal: "A actual projecção aponta para uma contracção da actividade económica de 1.4 por cento em 2011 (...). Neste contexto, a economia portuguesa não deverá acompanhar nos próximos anos o ciclo de recuperação da actividade económica a nível europeu..."

As mentiras:
Pinto de Sousa, 14 de Maio de 2010: - “Portugal foi um dos primeiros países a sair da condição de recessão técnica depois da eclosão da crise mundial; foi também um dos países que melhor resistiu à crise em toda a Europa; e finalmente Portugal teve este trimestre o maior crescimento da Europa (…) Isto são factos, não são opiniões nem pontos de vista”. - “Portugal teve um comportamento que lhe permitiu ser dos primeiros a sair da recessão, que permitiu apresentar-se como um dos países que melhor resistiu à crise e que mais cresceu economicamente em 2010”.
Pinto de Sousa, 13 de Agosto de 2009: - O crescimento da economia do país no segundo trimestre (0,3% ) mostra que há uma "viragem da economia portuguesa". - "Com este resultado, Portugal sai tecnicamente da recessão económica em que se encontrava. Portugal é aliás um dos poucos países europeus que sai da recessão técnica enquanto o conjunto dos países europeus continua em recessão". - O resultado do PIB no segundo trimestre do ano "vem dar uma redobrada confiança à linha política que temos seguido no domínio da economia portuguesa". - Os dados divulgados pelo INE "confirmam o acerto da política que temos seguido no que diz respeito às famílias, ao apoio às empresas e à promoção de investimento público, condição essencial para melhorar as condições da nossa economia e dar mais oportunidades de emprego".

Friday, February 25, 2011

O cábula vai à Escola



Já se percebeu bem que José Pinto de Sousa pretende arrastar o País para a responsabilidade de pagar juros altíssimos, incomportáveis a prazo, por se recusar a reestruturar a dívida pública a médio prazo e por continuar a adiar as reformas de emagrecimento do Estado.
Até agora tem sido principalmente o Banco Central Europeu e, a prazo, os contribuintes portugueses a suportar os custos da teimosia do ainda primeiro-ministro.
Mas o cerco está-se a apertar.
A Alemanha está farta de suportar o despesismo do Governo português, que ainda não percebeu (nem perceberá) que finanças sãs significa o Estado, normalmente, não ter despesas superiores às receitas e não lançar sobre as gerações futuras, ou outros povos, os encargos por endividamentos não reprodutivos e não sustentados na riqueza nacional efectiva.
A compra de votos que Pinto de Sousa despudoradamente fez com os aumentos da função pública em 2009 e os medicamentos gratuitos para os velhinhos (em 2010 o consumo de medicamentos em ambulatório desceu perto de 6%, enquanto os encargos do SNS subiram quase 10%. Contraditório? Não, simplesmente demagógico, criminosamente demagógico...), a escassos meses das últimas eleições legislativas, são bem a marca da sua (des)governação demagógica e irresponsável.
Agora, parece que Pinto de Sousa foi chamado a Berlim e, por mim, creio que a conversa com a Sr.ª Merkel não lhe será tão fácil como os exames com o “meu caro” reitor Eng. Luís Arouca.
Balão de oxigénio? Ultimatum? Diktat?
Só depois de 2 de Março saberemos, talvez, o que José de Sousa foi ouvir.
Seja como for, chegámos a um ponto tal que confio mais que a Sr.ª Merkel (também já um pouco desconfiada, na foto) defenderá melhor os interesses portugueses do que o licenciado Pinto de Sousa. É que pior do que ele já fez a Portugal é impossível. E tem de ser a Europa a obrigar o Estado português a equilibrar as suas contas, não do lado da receita, como fazem os socialistas, mas pelo da despesa, como faria qualquer governante patriota, sério e responsável perante o nosso futuro colectivo.

Friday, February 11, 2011

Derrubar ou não, a escolha é simples

Neste momento as taxas da dívida externa já quebraram a resistência dos 7% (e se não fosse o telefonema para Frankfurt já andariam a rondar o 8%). Parece que agora não poderemos derrubar o governo pois "[n]ada podia ser mais trágico para o financiamento da República nos mercados internacionais". Novamente a mesma história. Não sabem muito bem o que os "mercados" acham da nossa capacidade de endivididamento. O Prof Álvaro Santos Pereira apresenta 6 excelentes razões para derrubar o governo. Em alternativa podemos continuar a fingir que é a instabilidade política que nós vai levar à bancarrota.

Tuesday, June 15, 2010

Palavras e actos desavindos

Recebi por e-mail este texto que transcrevo. Trata de uma realidade que está muito distante do ideal que todos desejamos. Merece ser meditado e suscitar de cada um o esforço possível para melhorar esta «cultura» nacional.

As palavras valem cada vez menos, os actos cada vez mais!
Público, 2010.06.11. Por José Manuel Fernandes.

Lembram-se do 10 de Junho de 2009? Poucos se recordarão - até porque demasiados trataram de fazer o contrário do que então lá se recomendava.António Barreto - que ontem voltou a fazer um discurso notável, só que centrado na necessidade de o país honrar os seus ex-combatentes - pregou então as virtudes do exemplo. "Dê-se o exemplo de um poder firme, mas flexível, e a democracia melhorará", disse então. "Dê-se o exemplo de honestidade e verdade, e a corrupção diminuirá. Dê-se o exemplo de tratamento humano e justo e a crispação reduzir-se-á. Dê-se o exemplo de trabalho, de poupança e de investimento e a economia sentirá os seus efeitos."Dificilmente se poderia ter ido, nos 12 meses que desde então decorreram, por caminhos mais radicalmente distintos. O poder não foi firme, antes teve tiques de autoritarismo, e também não foi flexível, porque foi errático. Não houve nem honestidade nem verdade, pois assistimos a grosseiros casos de manipulação dos poderes públicos e a uma campanha eleitoral erguida sobre um castelo de mentiras que a dura realidade desmascarou sem delonga. E também não houve nem poupança nem investimento saudável, antes endividamento e delapidação do escasso património da nação.Pior: se há um ano António Barreto apelou a que se tivesse "consciência de que, em tempos de excesso de informação e de propaganda", as palavras dos políticos, empresários, sindicalistas e funcionários "são cada vez mais vazias e inúteis" e que o seu "exemplo é cada vez mais decisivo", o ciclo eleitoral e o ciclo dos orçamentos e dos PEC mostrou como há quem nada tenha aprendido e repita, de forma cada vez mais patética, um discurso propagandístico sem colagem com a realidade.Não surpreende, por isso, que, não tendo o socratismo vigente entendido que "em momentos de crise económica, de abaixamento dos critérios morais no exercício de funções empresariais ou políticas, o bom exemplo pode ser a chave, não para as soluções milagrosas, mas para o esforço de recuperação do país", se tenham sucedido os maus exemplos e o país esteja hoje mais longe da recuperação do que estava há um ano. Na verdade, como aqui escrevi a semana passada, a miséria moral que mina as fileiras do partido maioritário não é apenas lamentável e indecorosa, é politicamente corrosiva.Assim, ao contrário do que alguns trataram de dizer precipitadamente, o discurso de ontem do Presidente da República não é tão inócuo como uma leitura apressada do seu apelo a não existirem "crispações inúteis" pode fazer crer. Isto porque Cavaco Silva disse, com clareza, que a "coesão nacional exige que a sociedade se reveja no rumo da acção política". Ou seja, não só "os sacrifícios que fazemos têm de ser repartidos de forma equitativa e justa e, mais do que isso, têm de possuir um sentido claro e transparente, que todos compreendam", como é fundamental não esquecer que "não se podem pedir sacrifícios sem se explicar a sua razão de ser, que finalidades e objectivos se perseguem, que destino irá ser dado ao produto daquilo de que abrimos mão".O contraste entre estas máximas e a forma atabalhoada como se tem vindo a despejar medidas sem coerência nem visão, ou sem sequer se ter o cuidado de cumprir as normas constitucionais, não podia ser maior. Pelo que, ao lembrar que "quanto mais se exigir do povo, mais o povo exigirá dos que o governam", o Presidente começou a abrir caminho para a hipótese de dissolução. Até porque no dia em que os eleitores ("a sociedade") não se revirem no rumo do país, será necessário ouvir os eleitores.Há um ano, no 10 de Junho de Santarém, Cavaco Silva disse que "a verdade gera confiança, a ilusão é fonte de descrença", acrescentando que, "tanto no Estado como na sociedade civil, é preciso adoptar uma cultura de transparência e de prestação de contas". Agora acrescentou, quase enigmaticamente, que "os portugueses anseiam por limpar Portugal, aspiram a um país mais são, mais limpo, não querem viver numa atmosfera carregada e irrespirável". Faltou-lhe esclarecer que o lixo não está apenas espalhado pelas florestas portuguesas por falta de civismo, mas que do mais alto do poder executivo vêm os piores exemplos e o teimoso autismo que o impediu de escutar os avisos neste caminho para a insustentabilidade e hoje o impede de restaurar um clima de confiança. Um autismo que, de resto, José Sócrates manifestou na sua reacção às palavras do Presidente, ao considerar - no dia seguinte a termos contraído empréstimos a um juro superior ao que a Grécia pagará no plano de ajuda financeira da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) - que a nossa situação não é insustentável...Ora é exactamente neste ponto que Cavaco Silva se deixa não só aprisionar pelos limites dos seus poderes presidenciais, como pelos cálculos inerentes ao calendário das Presidenciais, como ainda pela sua própria dificuldade em imaginar um país e um rumo realmente distintos. Mas encontrar esse país e esse rumo é, acredito, a única forma de sairmos do buraco onde nos deixámos aprisionar.Se olharmos para o que nos propomos fazer para enfrentar a crise das finanças públicas - no essencial aumentar a carga fiscal - e aquilo que países como o Reino Unido, a Alemanha e a própria Espanha se propõem fazer - no essencial reduzir a despesa pública -, verificamos como insistimos em escavar a nossa sepultura. Pela simples razão de que o nosso principal problema é a falta de competitividade da nossa economia e nenhuma economia se torna mais competitiva quando as empresas e os cidadãos pagam mais impostos mas não recebem mais e melhores serviços públicos.Se, em contrapartida, olharmos para os serviços públicos e verificarmos que muitos deles são redundantes, agravam as distorções sociais ao introduzir rigidez e centralismo onde deveria haver imaginação, inovação e descentralização, e até poderiam desaparecer de um dia para o outro que nem daríamos por isso, então agradeceríamos todo o espaço que fosse devolvido aos portugueses.Como disse D. Manuel Clemente, bispo do Porto, na cerimónia de entrega do Prémio Pessoa, "o melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários (...) mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir - apesar de tudo, mas não apesar de nós". Ora esse "melhor de Portugal" que se encontra "em muitas escolas, estatais ou particulares, em muitos estabelecimentos de saúde, serviços públicos e instituições particulares de solidariedade social", ou na vontade de vencer de muitos jovens licenciados, ou entre os "empresários e gestores com verdadeiro sentido de missão, que revelam surpreendente capacidade de inovar e conquistar mercados", esse melhor de Portugal precisa de mais espaço e de mais liberdade para triunfar. Não precisa, sobretudo, de um Estado controlador, dirigista, paquidérmico e submetido aos senhores do momento.Querem um exemplo? Precisamos de escolas e de professores com mais autonomia e responsabilidade para, face a um aluno de 15 anos retido no 8.º ano, decidirem se este deve ou não ter uma oportunidade para tentar chegar ao 10.º ano, não precisamos de um ministério a passar quase administrativamente alunos ad hoc por esse país fora. Infelizmente, nos últimos anos, em Portugal tudo se centralizou, para tudo se criaram regulamentos e comissões e por todo o lado se desconfiou da imaginação e da iniciativa dos portugueses.

Jornalista

Thursday, April 29, 2010

Em política o que parece é



Enquanto José Pinto de Sousa e Passos Coelho se reúnem , e são anunciadas as tímidas medidas de contenção do deficit, o Governo assinava a concessão de uma Auto Estrada, do Pinhal Interior, que custará mais de 1,4 mil milhões de Euros ao contribuinte. Se nesse encontro, tivesse sido acordado o cancelamento desta adjudicação bem como as já anunciadas, teria consequências muito mais positivas, no travão dos especuladores do que 10 encontros bilaterais entre Passos Coelho e José de Sousa.
Sem intenção mas por condição, Passos Coelho ficará para sempre, conivente com esta adjudicação. Devia ter imposto condições e não o fez. Deveria ter escolhido a dureza e optou pela conciliação. O contribuinte irá ser onerado nos próximos 20 anos de um investimento cuja utilidade é praticamente nula para o País e para a região.
Por outro lado, estou curioso como será hoje o PSD na Assembleia da Republica no debate de urgência sobre a dívida Portuguesa marcado para hoje. Conheceremos um PSD bipolar, estilo marido enganado ou uma fera amansada? Vamos ver, estou curioso.

Os problemas nacionais e a ordem da sua solução

A primeira República caiu por excesso de mentira, anarquia e corrupção.
Os principais políticos dos actuais partidos políticos da terceira República são individuos mediocres, falam mentira e em vez de estarem ao serviço do País, pensam em governar-se do erário público. Com individuos destes, os actuais partidos politicos podem cair em descrédito, abrindo caminho a governos de salvação nacional.
Já Aristóteles defendia os governos aristocratas ( dos melhores, baseado na educação e não escolhidos à sorte das listas de individuos medíocres) .