Wednesday, July 30, 2008

Estatisticas da UE

Repare nesta tabela com os vencimentos médios da maior parte dos países da UE. Estão de fora apenas as novas adesões de países do Leste da Europa, Malta e Chipre. Repare como Portugal está na última posição e muito atrás da Grécia e de Espanha, respectivamete o penúltimo e o antepenúltimo. Foi a isto que nos conduziu a política de Pinto de Sousa. Simultaneamente, somos o país da UE com mais quilómetros de auto-estrada por 100 habitantes e aquele onde existe uma maior desproporção entre os vencimentos dos trabalhadores e dos gestores. A pobreza em Portugal é uma realidade que atinge 40% da população. E é uma realidade provocada pelos baixos salários. Você sabia que a empregada da pastelaria, onde você vai tomar o pequeno-almoço, trabalha 8 horas por dia e ganha cerca de 600 euros mensais? Já pensou como é que a empregada da pastelaria consegue pagar a renda de casa (300 euros), a electricidade (50 euros), o gás (30 euros), a água (15 euros), a alimentação (mínimo de 350 euros mensais para duas pessoas)? Bom, já não consegue. E se tiver crianças pequenas? Onde é que ela vai arranjar os 200 euros para pagar a creche? E se tiver duas crianças?
Luxemburgo - 3,213 euros mensais (valor do ordenado médio)
Dinamarca - 3,043
Reino Unido - 2723
Alemanha - 2674
Bélgica - 2,510
França - 2,127
Suécia - 2,086
Finlândia - 2,006
Áustria - 1,905
Holanda - 1,719
Irlanda - 1,637
Espanha - 1,208
Portugal - 645

Professor percorre o País de bicicleta

No Trilho da Esperança" é uma iniciativa da FENPROF e dos seus Sindicatos, concebida e protagonizada por um dos seus dirigentes, António Morais, professor em Aveiro, na Escola Básica Integrada de Eixo, que vai unir escolas de Melgaço a Vila Real de Santo António, de bicicleta, entre 28 de Julho e 22 de Agosto, com paragem e visita aos estabelecimentos de ensino onde trabalhou ao longo da sua carreira. Com esta iniciativa, o professor António Morais quer chamar a atenção da opinião pública par as injustiças cometidas contra os professores pelo Governo de Pinto de Sousa e relembrar que os professores estão em luta por um Estatuto da Carreira Docente que não crie professores de primeira e professores de segunda e por uma avaliação do desempenho justa, equilibrada, não punitiva e não burocrática.

Proibidas as massagens nas praias algarvias

O comandante da zona maritima do sul , vulgo All Garve para o mistério da Economia, decidiu proibir as massagens nas praias porque se sabe como começam mas nunca se sabe como acabam. Tal e qual os Governos. Sabe-se como começam e nunca se sabe como acabam. Dêem poder a este homem e acabamos na utópica anarquia. Sem Governos. O Verão é assim.

Tuesday, July 29, 2008

Gestores de empresas públicas ganham mais 30%

Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos. Cada gestão custou 349 mil euros em 2007. As administrações das empresas públicas receberam um total de 26,8 milhões de euros no ano passado. Esta soma compreende um universo de 77 empresas que representam cerca de 90% da carteira de participações relevantes do Estado.Este montante significa um valor médio por cada administração (pode ter entre três e onze elementos) de 349 mil euros, de acordo com o documento sobre o bom governo das sociedades que acompanha o relatório sobre o sector empresarial do Estado, divulgado na semana passada. O valor médio das remunerações desce para os 323 mil euros por ano, quando excluímos a Caixa Geral de Depósitos, entidade onde o accionista Estado mais paga. Leia o resto no DN Online.
Comentário
É realmente uma pouca vergonha. Há séculos que falta honradez e honestidade às elites portuguesas. Somos um bom povo governado por gente sem préstimo. Enquanto o povo sofre as consequências da crise económica, os gestores públicos arrecadam para si a maioria fatia. É um escândalo: as remunerações dos gestores públicos subiram 30% o ano passado.

Monday, July 28, 2008

Movimento quer acabar com reformas dos políticos

O Movimento Mérito e Sociedade propõe a aplicação da taxa "Robin dos Bosques" à classe política, defendendo a retirada dos subsídios e compensações aos ex-deputados e dirigentes de empresas públicas com menos de 65 anos.
"É tempo de voltar ao rigor, à moral e transparência da gestão pública e política", defendeu o líder do MMS, Eduardo Correia, em declarações à Lusa. Desta forma, acrescentou, o MMS quer que a chamada taxa "Robin dos Bosques" seja aplicada à classe política, para "acabar com o péssimo exemplo de quem lidera a área política".
Assim, continuou Eduardo Correia, o MMS propõe a revisão imediata das regras de despesa pública, nomeadamente através da redução de todas as reformas de ex-deputados, dirigentes de empresas e instituições públicas.
Além disso, aos que, nessas circunstâncias, não tenham atingido a idade mínima de reforma de 65 anos, devem ser retiradas todas as compensações e subsídios.
"É preciso reduzir bastante o número de pensionistas altamente beneficiados", referiu.
O MMS, que foi oficialmente constituído como partido político no final de Junho, defende ainda a revisão do parque autómovel do Estado, reduzindo a sua dimensão e não permitindo elevados consumos de combustível.
"Também neste caso é preciso que o Estado dê um exemplo de frugalidade e poupança", salientou o presidente do MMS.
Eduardo Correia apelou ainda para que seja publicada na Internet uma lista com os valores das reformas que auferem todos os antigos deputados e ex-dirigentes de empresas e instituições públicas.
"É preciso que todos percebam o que cada um recebe e o que se anda a fazer com o dinheiro do Estado, a bem da transparência", sublinhou, considerando que a "melhor liderança é uma liderança de exemplo".
(notícia retirada do JN)

Ao serviço da causa

Há 422 processos complexos de corrupção pendentes no distrito judicial de Lisboa. A maioria data de 2005 e por isso não está coberta pelo segredo de justiça – o que coloca em risco a sua investigação.”. O Governo diz que não recebe lições de como combater a corrupção. E, depois das críticas de João Cravinho, o PGR vai insistindo que muito há que mudar. Porque será que não muda? Uma pista - só uma - aqui.

A caminho da municipalização do ensino

Foi publicado, hoje, no DR, o Decreto-Lei nº 144/ 2008 de 28/07 sobre a transferência para as autarquias de competências de gestão do pessoal não docente. Não se compreende por que razão há-de ser o ME a recrutar e a gerir os auxiliares de acção educativa e os funcionários administrativos das escolas. Em quase todos os países europeus, essa é uma função dos municípios. Na prática, todos sabemos como as coisas vão funcionar. O elevado grau de corrupção política existente a nível autárquico, faz-me temer que estes diploma seja mais uma oportunidade que os partidos políticos vão ter para aumentarem as suas clientelas e traficarem favores em troca de lealdades e benesses. Receio que este diploma seja a ante-câmara de um outro, que virá em 2010, a tranferir para as autarquias o recrutamento e a gestão do pessoal docente. São 130 mil empregos muito apetecidos e que farão as delícias dos políticos municipais, muitos deles com netos e bisnetos licenciados e mestres a precisarem de um emprego público. Em teoria, até sou a favor da municipalização do ensino mas, na prática, todos sabemos o que vai acontecer: o ME vai continuar a controlar o currículo e vai deixar para os municípios a tarefa do recrutamento e pagamento dos professores. Ainda se ao menos o ME perdesse o controlo do currículo e deixasse de interferir na vida das escolas, talvez valesse a pena correr o risco de ver o recrutamento dos professores nas mãos de políticos locais pouco escrupulosos.

Diana Krall



Diana Krall dia 29 em Albufeira e dia 30 em Oeiras

Finalmente, encontrada a prova do aquecimento global do Planeta


Saturday, July 26, 2008

Pânico no reino do Futebol

O tão aguardado parecer de Freitas do Amaral, encomendado pela FPF para esclarecer dúvidas formais levantadas pela reunião do CJ do passado dia 4 de Julho, confirma a validade da suspensão de dois anos a Pinto da Costa e a despromoção do Boavista decretadas nessa reunião .No relatório, que retrata "um conjunto raro de soma de ilegalidades", o comportamento do presidente do CJ da FPF é classificado por Freitas do Amaral como um abuso de poder e de manipulação em favor dos interesses de dois privados e não do interesse público, ofendendo o princípio do Estado de Direito Democrático e o princípio constitucional da imparcialidade no exercício de funções públicas. Entende ainda que é nula a decisão de Gonçalves Pereira de encerrar os trabalhos antes da apreciação dos recursos dos axadrezados e de Pinto da Costa e que as deliberações dos cinco conselheiros, que decidiram abrir um processo disciplinar e suspender preventivamente o presidente do CJ para depois prosseguirem com a reunião rejeitando os recursos levados à ordem de trabalhos, não enferma de qualquer irregularidade formal. Freitas do Amaral sugere ainda a realização de eleições intercalares para o Conselho de Justiça da FPF e que, pelos indícios de tráfico de influências, o caso seja remetido à Procuradoria-geral da República.O relatório constitui uma péssima notícia para várias partes envolvidas no processo. Desde logo, para os directamente implicados Boavista, Futebol Clube do Porto e Pinto da Costa. Para o "admirado" Gonçalves Pereira, que se vê em muito maus lençóis. Para Gilberto Madail, que terá que assumir uma posição que evitou por todos os meios. Para a Federação Portuguesa de Futebol e para o futebol português em geral, que permitiram que se chegasse até a este cúmulo e não ficarão nada bem vistos aos olhos da UEFA. E para toda uma engrenagem de poderes ocultos que poderá ser trazida à luz do dia se a PGR abrir o inquérito que se impõe.Mas tenhamos em conta que isto é apenas um parecer não vinculativo e, entretanto, Freitas do Amaral até pode ser oficialmente declarado benfiquista ou, eventualmente, adepto do Paços de Ferreira. Todos sabemos como o futebol portugues é tão maravilhos e previsivelmente imprevisível.

Thursday, July 24, 2008

Investimentos

Sobre o "bem" do TGV e das novas estradas , as pirâmides do governo, para o "progresso" e a prosperidade da pátria, talvez valha a pena ler hoje o Jornal de Negócios onde se demonstra que «a Alta Velocidade não é sequer operacionalmente rentável» e que, apesar dos «ganhos na redução de CO2 e de acidentes de viação», «nas estradas, umas são viáveis, a maioria não» e «são os impostos que se espera cobrar a mais que pagam a factura.» Só alegrias.

Wednesday, July 23, 2008

Limpeza étnica

( artigo de Mário Crespo )
"O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter. "Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor."
Mário Crespo no Jornal de Notícias de ontem

Tuesday, July 22, 2008

Quotas

Quotas de avaliação excelente e muito bom na avaliação de desempenho docente.
Ver despacho

Jovens portugueses premiados em Olimpíadas Internacionais de Matemática

"duas medalhas de bronze e uma menção honrosa foram o saldo da participação portuguesa nas 49ª edição das Olimpíadas Internacionais de Matemática", sendo este resultado "o segundo melhor do país na competição", abaixo apenas do de 2006, "quando foram conquistadas três medalhas de bronze e uma menção honrosa".
Ver noticia no Correio da Manhã

Razões contra o novo acordo ortográfico

A ortografia não é mera convenção, mas o corpo da língua na sua expressão escrita. O debate sobre o acordo irrompe numa época de crise, consoante nota uma petição on line posta a circular por um grupo de personalidades, em que o uso oral e escrito do português se degradou profundamente, ferindo a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. O acordo é mau, não resolve os problemas existentes e traz ao palco outros que ainda não conhecíamos. Se o português é falado em paragens tão longínquas, contrário às regras seria que não tivesse diversas variantes. Há casos em que a diversidade de pronúncia geralmente seguida no Brasil ou em Portugal determina ou admite um registo ortográfico distinto. Marquem-se, portanto, as preferências de cada um dos falares, mas não se adopte nunca o processo de impor ou ceder grafias, por mero intuito de solucionar enganosamente problemas advindos de diferenças inevitáveis.
1. A língua não é assunto para legisladores. Um idioma não se impõe por decreto. Infelizmente, andamos nisto há cem anos. Fernando Pessoa, por exemplo, marimbou-se de alto para a reforma ortográfica de 1911 e continuou a grafar como havia aprendido. Sobre a reforma republicana, escreveu: «Além do impatriotismo, foi o acto imoral e impolítico».O Inglês é a língua franca do mundo inteiro, mas nenhum Parlamento pretendeu até hoje "unir" e "harmonizar" as ortografias do Reino Unido e dos Estados Unidos, que são diferentes.
2. O acordo é uma reforma falha de bom senso, com inúmeros erros, imprecisões e ambiguidades.
3. Em lugar de garantir a "unidade" linguística, o acordo admite grafias facultativas.
4. O acordo, ao eliminar consoantes chamadas mudas, tende a acelerar o processo de consonantização da nossa fala. Já haviam sido eliminadas em 1945 as letras consonânticas "c" e "p" das sequências interiores "cc", "cç" e "pt", nos casos em que são invariavelmente mudas nas pronúncias portuguesa e brasileira. Mas algumas consoantes tidas por mudas neste acordo, na verdade não o são, visto que se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.
5. A diferença entre o português de Portugal e o do Brasil é menos ortográfica do que lexical. Para além das naturais variações de pronúncia, prosódia e morfossintaxe. Há autocarro, em Portugal, e ônibus, no Brasil; comboio e trem; eléctrico e bonde; boleia e carona; talho e açougue; pequeno-almoço e café da manhã; casa de banho e banheiro; relvado e gramado; guarda-redes e goleiro; matraquilhos e pimbolim; telemóvel e celular; e um larguíssimo etc.
6. O acordo provocará a inutilização de milhões de livros das bibliotecas, e obrigará as famílias a suportar custos elevados em novos dicionários e livros escolares.
Bruno Oliveira Santos Presidente da Mesa da Convenção

Sunday, July 20, 2008

Beethoven



Sonata " Ao Luar " de Beethoven



Concerto nº 5 para piano e orquestra " Imperador " de Beethoven

Balanço do ano parlamentar

AR/Balanço:
Maioria dos deputados são advogados e professores e têm entre 41 e 60 anosLisboa, 18 Jul (Lusa)
Mais de metade dos 230 deputados portugueses são advogados ou professores e têm entre 41 e 60 anos, revela um relatório dos serviços da Assembleia da República sobre a sessão legislativa que hoje termina.Segundo o perfil profissional dos deputados, há nas bancadas do hemiciclo de São Bento 70 advogados, magistrados e outros juristas e 61 professores de todos os níveis de ensino, existindo ainda 20 dirigentes da administração pública e gestores de empresas, 14 técnicos superiores da administração pública.Há ainda 10 deputados com profissões intelectuais, um agricultor, dois operários, sete engenheiros e três reformados.Segundo um relatório elaborado pela Direcção de Serviços de Documentação, Informação e Comunicação da Assembleia da República, o Parlamento está longe da paridade entre mulheres e homens.Na actual composição, Assembleia tem 165 homens e 65 mulheres.Em idades, São Bento tem apenas dois deputados com 30 anos ou menos e outros três com mais de 70 anos, sendo os mais numerosos (81) aqueles que têm dos 51 aos 60 anos. Da faixa dos 41 aos 50 são 67 deputados, dos 31 a 40 anos são 44, havendo ainda 33 parlamentares entre os 61 e os 70 anos.
In RTP.
COMENTÁRIO:
É este o breve perfil da maioria que, garantido o tachinho presente e as regalias futuras, se borrifou-se para os outros. É este o perfil de quem sugeriu, apoiou e produziu uma verborreia legislativa que levou o País à ruína, em três domínios fundamentais: educativo, económico e social. É este o perfil da maioria que trouxe mais fome e mais pobreza para Portugal.
É o Fado

Die Zauberflöte



Abertura da Flauta Mágica de Wolfgang Amadeus Mozart



Dueto Papageno - Papagena da ópera Flauta Mágica de Mozart

Friday, July 18, 2008

Richard Wagner



Imolação de Brunnhilde, na parte final do Crepúsculo dos Deuses de Richard Wagner



Idilio de Siegfried, parte final da ópera Siegfied de Richard Wagner

Questões fraturantes

Há umas décadas, o então conhecido jornal Se7e, quando tinha as vendas mais em voo picado, puxava de umas raparigas de bom físico para a capa e, quando a coisa estava mesmo mal, desnudava-as um pouco para animar as audiências.
Actualmente, em política, há quem faça algo parecido.
No caso do PS, em situações de evidente crise de identidade, com patrões a elogiarem a política laboral de Vieira da Silva, vai de puxar de um tema dito «fracturante» e relativamente inócuo em termos da generalidade da vida da população, apenas sensibilizando as elites ajornaladas.
P.S vai reforçar as uniões de facto
É assim como que uma tentativa de fazer uma prova de vida de «Esquerda», mesmo se quando é mais a doer a malta se encolhe logo