Thursday, June 05, 2008

Os Países Nórdicos não têm TGV nem listas de espera para cirurgias

É próprio dos países pobres com elites pouco cultas apresentar grandes obras de fachada. No tempo do Guterres foram os estádios de futebol. Dois deles estão agora às moscas e o contribuinte a pagar a manutenção dos espaços e equipamentos: Faro e Leiria. Agora, no governo de Pinto de Sousa, é a vez do TGV. Não chega construir uma linha que permita a circulação a 180 km por hora. Para os nossos governantes, Portugal tem de ter TGV ainda que o preço a pagar por isso seja a manutenção das listas de esperas para as cirurgias.

A este propósito, vi este comentário na rede ( Internet ), bem a propósito:
"É um sinal de pequenez quem gosta de mostrar mais do que aquilo que é! Também há aqueles que gostam de ter à porta carros enormes, mesmo que dentro de casa seja tudo rateado. O governo de um país deve começar por resolver os principais problemas da população e depois, então, avançar-se para projectos de outra dimensão. Mas enfim é a vaidade, é o exibicionismo!"

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